A verdade é que os números recentes de nossa economia e de nossa trágica condição social estão muito longe da farsa edulcorada pela propaganda que move este governo.
O crescente endividamento das famílias, nosso perigoso déficit em conta corrente, o intermitente custo-Brasil estrangulando nossa capacidade competitiva é o verdadeiro legado que nos deixará o atual governo.
Gilberto Freire, A farsa e a realidade
Brasil Econômico
Mas tudo bem, né? “O Cara” é tão simpático, tão amistoso com o Irã, a Venezuela e Cuba que a gente releva essas coisas. E, se descuidar, ainda vota na Dilma, porque importante mesmo é o continuísmo.
Ainda que seja o constinuísmo da desgraça, porque ao menos a gente já conhece e vive na desgraça e – sejamos sinceros – ninguém gosta de mudança, é complicado se adaptar ao novo.
Não é?
O governo Lula, secundado pelo professor Luciano Coutinho, está repetindo agora o que fizeram os governos militares. Eles sustentaram uma enorme carga de investimentos internos com aumento da dívida externa, que, coincidentemente, também tinha ativos equivalentes no outro prato da balança. Não obstante esses cuidados contábeis, deu no que deu…
Celso Mingo em Relação incestuosa
50% feliz porque o governo do moço está para acabar.
50% preocupado com quem serão os novos presidentes do BNDES, do BC, o novo chanceler…
Ainda que seja muito difícil ser pior do que o Celso Amorim no caso do Ministério das Relações Exteriores, nunca é demais duvidar dos “méritos” que levam as pessoas aos altos postos da administração pública.
“Em vez de inventar desculpas – assimetrias, déficit estrutural, desequilíbrio comercial – para justificar o crescente distanciamento entre os dois países, ressaltei, de forma cândida, as vantagens para a Argentina de uma relação política e comercial aberta, sem ressentimentos nem restrições com o Brasil. Referindo-me à recente declaração da presidente Cristina Kirchner de que a Argentina quer ser sócia, mesmo menor, do Brasil, concluí, para perplexidade geral, que a Argentina apenas teria de resolver o que prefere ser em relação ao Brasil: se um México ou um Canadá.”
Rubens Barbosa no Estadão.
Na verdade, nem prá ser our own private Mexico (B-52’s reference intended) a Argentina serve. O México deu origem a Femsa, teve por décadas muitas das fábricas americanas como Kodak, Duracell e afins, produz tequilas das melhores.
E a Argentina quando muito consegue um tanto de vinhos e carne. E conseguem tem um presidente pior que o nosso – e olha que isso é páreo duro.

O banco espanhol Santander decidiu trocar a sua cúpula no Brasil. Diferentemente do que normalmente acontece em aquisições, quando o comprador nomeia um executivo de seus quadros para a instituição adquirida, o Santander fez o contrário. Trouxe Fábio Colletti Barbosa, 52, presidente do Banco Real, comprado no ano passado, para comandar todas as operações no Brasil, país considerado estratégico pela expansão do crédito.
Muito bom. Angélica deve estar feliz, quase pensando que os espanhóis não pensam mais em destruir as civilizações mais avançadas. Eu fiquei quase feliz. Quem sabe as iniciativas deles não sumam.
Burras?
Sim. A Fuvest diminuiu o número de questões e aumentou o tempo da prova. Responder menos questões em mais tempo. Tsk tsk tsk…
Pobres?
Sem dúvidas. Com esse “espetáculo” do crescimento que realmente deixa as pessoas de boca aberta, não foi só o nosso astronauta que foi pro espaço. A classe média foi junto, e cada vez eu me sinto mais um mindingo
Preguiçosas?
Claro! Tem marca enorme, dessas que fazem mega-lojas de fim de ano (entendeu?) levando o comercial de TV para o rádio, sem adaptações. E você acaba ouvindo “esse microondas”, “essa geladeira”… ESSA qual? Rádio NÃO tem imagem ainda, tem?